A possibilidade de ter gêmeos costuma despertar curiosidade, expectativa e até um certo encantamento em quem sonha com a maternidade. Mas será que a reprodução assistida realmente aumenta a chance de uma gestação gemelar?
Neste post, vamos esclarecer o que a ciência diz sobre esse assunto, com explicações claras, baseadas em evidências e alinhadas ao cuidado personalizado que oferecemos na Clínica Hope. Afinal, cada escolha no tratamento é feita com responsabilidade, respeitando o corpo, a saúde e os desejos de cada mulher ou casal.
O que é gestação gemelar?
A gestação gemelar acontece quando dois ou mais bebês se desenvolvem simultaneamente no útero. Ela pode ocorrer de duas formas:
- Gêmeos univitelinos: quando um único óvulo é fertilizado por um espermatozoide e, posteriormente, se divide em dois embriões idênticos. Essa divisão ocorre por acaso e não é influenciada por tratamento ou genética.
- Gêmeos bivitelinos: quando dois óvulos diferentes são fecundados por dois espermatozoides distintos, originando dois embriões diferentes. Aqui, a chance pode ser aumentada por hereditariedade, idade e, especialmente, por estímulo ovariano em tratamentos de fertilidade.
Reprodução assistida aumenta mesmo a chance de gêmeos?
Sim, em alguns casos a reprodução assistida pode elevar a chance de gravidez gemelar, principalmente devido a dois fatores:
- Indução da ovulação: tratamentos que estimulam os ovários, como o coito programado ou a inseminação intrauterina (IIU), podem levar à liberação de dois ou mais óvulos em um mesmo ciclo. Isso aumenta a possibilidade de uma fecundação dupla e, portanto, de gêmeos bivitelinos.
- Fertilização in vitro (FIV): na FIV, os embriões são formados em laboratório e transferidos para o útero. Caso sejam transferidos dois embriões (ou mais), há maior probabilidade de gestação gemelar. No entanto, essa conduta é cada vez menos comum.
Por que evitar a gestação múltipla?
A medicina reprodutiva moderna tem como prioridade a segurança da gestante e do bebê. E, nesse contexto, a gestação múltipla é considerada uma gestação de risco.
Entre os riscos associados estão:
- Parto prematuro
- Baixo peso ao nascer
- Maior risco de complicações maternas (como pré-eclâmpsia e diabetes gestacional)
- Necessidade de cesariana
Por isso, as diretrizes atuais recomendam a transferência de um único embrião (SET – Single Embryo Transfer), especialmente quando a mulher tem bom prognóstico, como idade jovem e embriões de alta qualidade.
Na Clínica Hope, cada decisão é tomada de forma individualizada. Em alguns casos, a transferência de dois embriões pode ser indicada, mas sempre com avaliação cuidadosa dos riscos e benefícios.
Qual a taxa de gêmeos em FIV atualmente?
A taxa de gestação gemelar em ciclos de fertilização in vitro depende diretamente da quantidade de embriões transferidos. Quando apenas um embrião é transferido, a chance de gêmeos é muito baixa (cerca de 1 a 2%). Quando dois embriões são transferidos, essa chance sobe para cerca de 20 a 30%.
No Brasil, a tendência segue o que ocorre nos principais centros de reprodução humana no mundo: cada vez mais clínicas adotam a transferência embrionária única, com o objetivo de reduzir complicações e garantir um tratamento mais seguro.
Na Clínica Hope, cada tratamento é conduzido com cuidado, ética e empatia. Se você deseja engravidar, entender suas chances e avaliar o melhor caminho para sua saúde e seus planos, agende uma consulta com nosso time especializado.
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